O rádio está
junto ao consumidor na hora da compra.
Segundo pesquisa Marplan, o rádio é o veículo que está junto a 93%
dos consumidores na hora que antecede a compra. Ou seja, não
importa o que ele viu na tevê na noite anterior porque quem decide a
compra é o rádio, o comercial que ele ouviu antes de ir para o
comércio.
As
pessoas passam mais tempo ouvindo o rádio.
Para convencer o consumidor seu comercial tem que ser ouvido por ele
várias vezes ao dia e o rádio é o veículo que ele mais ouve, em
média por 3:45 hs, mas com diversos casos acima de quatro horas
diárias. Some a isto que as pessoas absorvem o que ouvem (palavras)
com mais facilidade do que o que vêem (imagens), principalmente se a
sua mensagem estiver em forma de jingle.
O rádio
é imbatível durante o horário comercial.
O rádio tem o triplo da audiência da televisão durante a
manhã e mais do dobro durante à tarde. E mais: no horário nobre da
tv (19 às 22 horas), o rádio atinge mais pessoas do que a tv durante
o dia. Note que o rádio é imbatível justamente no horário em que as
empresas e o comércio estão abertos, fazendo dele mídia
obrigatória para quem quer efetuar uma venda. A tv só tem boa
audiência à noite, quando o comércio está fechado e o cliente, em
casa.
O
consumidor passa 17% mais tempo com o rádio que a tv (e na hora
certa).
Pesquisa do Ibope confirma que as pessoas que fazem compras passam
17% mais tempo ouvindo o rádio que vendo a televisão, o que dá ao
seu comercial 17% mais chance de ser absorvido que o
comercial da tv. E no rádio o consumidor não precisa estar olhando
para o aparelho para ser atingido pela propaganda - ele pode estar
na cozinha fazendo uma boquinha como é costume dos televisivos, e
mesmo assim sua mensagem vai atingi-lo.
O rádio
atinge os consumidores dos principais ramos de atividade com mais
eficiência.
Segundo pesquisa do Ibope, o rádio atinge a quase totalidade
dos consumidores dos principais ramos de atividade em 15 dias.
O rádio
chega aonde à tv não vai.
O rádio é o único veículo que atinge o consumidor em qualquer
lugar: começando o dia com o rádio-relógio, sendo companhia no
café da manhã, no ônibus e no carro a caminho do trabalho, no
restaurante na hora do almoço, na lanchonete à tarde, nas lojas do
comércio, no happy-hour do barzinho, à noite no encontro com os
amigos, na madrugada boêmia, na praia e na fazenda, no cooper e na
bicicleta com o mp3 player (possuído por 51% da população),
ao lado enquanto surfa na Internet. Enfim, o rádio é o único veículo
que tem um público exclusivo, enorme e pronto para receber sua
mensagem.
O rádio está em 99% das casas, contra 75% da tv.
Nem todo mundo assiste tv, mas praticamente todo mundo ouve rádio
todos os dias. Além desta vantagem nas casas, o rádio está em 83%
dos carros contra 1% da tv, e mais da metade da população acorda
com o rádio-relógio.
O rádio atinge o consumidor que tem
antena parabólica.
Quem tem antena parabólica assiste seu canal preferido direto da
rede sem ver os comerciais da emissora local. Só entre Itabuna e
Ilhéus (BA) existem mais de 45.000 antenas parabólicas, o que
significa um público potencial de 220.000 pessoas que não vêem os
comerciais locais (quantidade igual à da população de uma das
cidades!). Some a isto a concorrência das vídeo-locadoras e o
"efeito zapping" (detectado através de estudos, ele provou que a
maioria das pessoas muda de canal durante os comerciais por causa da
facilidade do controle remoto). Anunciar na tv local tem muito
menos resultados porque quase metade dos consumidores não vê o
comercial local. Em compensação você pode atingi-los através do
rádio FM, ouvido por 99% dos donos de parabólica. Você ainda
ganha o bônus de atingir o consumidor de vídeo no carro, na ida e na
volta da locadora.
O
horário nobre do rádio dura 13 horas, o da tv só três.
O rádio é imbatível das 6 horas da manhã até às 19 horas, mantendo
um "horário nobre" de 13 horas contra o pequeno horário nobre
da tv, situado entre 19 horas e 22 horas. É quatro vezes mais
eficiência a favor do rádio, uma das razões do grande
crescimento do veículo nos últimos anos. E com um custo 15 vezes
menor.
Só o
rádio acompanha o consumidor no verão.
No verão as pessoas tendem a sair mais de casa durante a noite, o
que esvazia o horário nobre da tv e aumenta bastante a audiência
do rádio neste horário. Só ele pode ir com o consumidor para os
bares, as praças, a beira da praia e os calçadões. É um veículo
especializado em acompanhar o consumidor onde ele for,
marcando presença nos melhores momentos da vida do seu cliente.
O rádio
é o veículo de maior credibilidade.
Todos os anos são realizadas pesquisas para aferir a credibilidade
dos vários setores da sociedade junto ao público e todos os anos o
rádio brilha. Ele é o segundo em credibilidade, logo atrás da
Igreja Católica, 7 posições acima dos jornais e 17 posições acima da
televisão. Ou seja: as pessoas acreditam muito mais no que é
veiculado no rádio do que nos telejornais e isto se reflete também
na credibilidade de sua propaganda, aceita com mais
facilidade.
Uma
produção de alto nível no rádio custa 95% menos.
Você pode usar dez helicópteros, vinte carros de Fórmula Um, uma
fábrica inteira e milhares de pessoas em um comercial de rádio
gastando quase nada e em prazo recorde. Isto porque o rádio usa a
imaginação do consumidor ao invés de usar o seu bolso. Tente
fazer a mesma cena na televisão e ela se transforma em uma
superprodução de alguns milhares de dólares e meses de filmagem (se
o tempo permitir). Além disso, quando você mostra uma "bela mulher"
na tv, ela pode ou não agradar o consumidor. Mas se você diz a ele,
no rádio, que ali está uma "bela mulher", ele imagina a mulher de
seus sonhos.
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